BREVIÁRIO: ADIO, QUERIDA

Adaptado da peça ADIO, QUERIDA, de 2024, de Ruy Jobim Neto, o texto conta sobre Isabel, uma cristã-nova nascida em terras do Brasil e levada, no final do século XVII, para as masmorras da Inquisição Portuguesa, em Lisboa. Inédita até a sua primeira apresentação nas Satyrianas 2025, na Praça Roosevelt, estreou em 21/11 do mesmo ano. O monólogo para atriz faz parte das pesquisas do autor a respeito da formação do povo brasileiro ao longo dos séculos. O breviário encena a trajetória de uma mulher de 20 anos, sequestrada de sua terra natal e levada a Portugal, onde é submetida às práticas inquisitoriais. A dramaturgia coloca o público diante da crueza das instituições de controle e das estratégias de silenciamento, tortura e disciplinamento do corpo feminino.

BREVIÁRIO: ADIO, QUERIDA
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